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domingo, 16 de agosto de 2020

Abertura ao turismo

 E agora começa uma nova fase na nossa cidade. Em plena pandemia vamos abrir ao turismo. Hoje vi pela janela aqui de casa uma infinidade de gente sem máscara. Não sou contra o retorno dos visitantes à nossa cidade, quero apenas que regras de distanciamento e prevenção sejam obedecidas. No mundo inteiro o retorno à normalidade está sendo incentivado. Tudo, obviamente, com responsabilidade e fiscalização. Uma nova era nasceu para o planeta e temos que nos adaptarmos a ela.

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Morre a primeira vítima do coronavírus em Pirenópolis

Infelizmente nossa cidade teve a primeira vítima do coronavírus. E o mais alarmante é que já temos quase uma centena de contaminados. Fechar inicialmente a cidade, em obediência ao decreto do governo de Goiás, foi uma estratégia acertada e que garantiu o retardamento da doença por aqui. Só que o tempo passou e o poder público não conseguiu criar outra estratégia eficaz contra a peste. Persistiu no isolamento da cidade como a única tábua de salvação, mas isso obviamente que não daria resultado para sempre.

Poderia ter feito, por exemplo, uma parceria público privado e criado mais leitos de UTI. Poderia ter melhor equipado o hospital local. Mas não fez nada disso. Sua única carta era o isolamento, ao que parece. Só que a cidade, na realidade, não ficou isolada, embora até uma rodovia estadual tenha sido bloqueada, ao arrepio da lei. Nem ônibus de linha comercial pôde entrar mais em nosso município. E mesmo assim, como disse, a cidade não ficou isolada.

É que o pirenopolino residente em Pirenópolis continuou sua trajetória de ir e vir. Apenas quem não tinha residência na cidade foi impedido de entrar. Aqueles que aqui habitam continuaram sua rotina de viagens, muitas delas para locais de grande infestação. E o resultado está aí.

Agora a cidade prepara a retomada do turismo, que está marcada para o próximo dia quatorze. Por outro lado não temos assistência hospitalar eficaz e nem um planejamento confiável na área da saúde, ao que parece. Será que estamos então à deriva? Ou seremos surpreendidos com uma impecável estratégia de campanha de guerra que trará resultados eficazes? Vamos torcer pelo melhor.

Adriano Curado

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Por um amanhã melhor


Não desanimem porque dias melhores hão de chegar logo. Todos estamos ansiosos para ver nossa cidade outra vez alegre e movimentada. A tal pandemia cedo ou tarde será superada por um avanço das pesquisas dos cientistas.

Enquanto isso vamos nos cuidar e obedecer as normas sanitárias, para que assim o futuro seja pleno de alegrias. Esta é uma mensagem por um amanhã melhor.

Foto: Dica de Turismo

domingo, 26 de julho de 2020

Dia de Santana e Festa da Capela

No calendário católico, hoje é o dia de Nossa Senhora Santana, a mãe de Maria e, portanto, avó de Jesus. Também segundo a tradição, ela era esposa de São Joaquim e teria tido mais duas filhas, que são Maria Salomé e Maria de Cleofas.

Em Pirenópolis o nome de Santana sempre esteve associado à festa da Capela do Rio do Peixe. E era para lá que desde criança eu ia com meus pais montar acampamento e acompanhar os festejos. Muitas lembranças boas tenho dessa época. A tradição de pernoitar dias na região, para assim não perder a grande festa, veio de minha bisavó Adelaide, muito devota da santa. E nós, seus descendentes, tentamos na medida do possível seguir com essa devoção.

A festa da Capela é pouco procurada por turistas, e é portanto uma festividade voltada para o pirenopolino. Lá tradicionalmente ocorrem missas, procissões, leilões, barraquinhas, queima de fogos, levantamento de mastro e fogueira etc. Até festeiro tem! Antigamente a época era associada a frio e poeira. O frio ainda persiste, mas a poeira acabou porque a estradinha foi asfaltada e agora é um conforto só.

E ainda falando de frio, quem for muito animado poderá arriscar tomar um banho no córrego Caxiri, de água gelada nesta época, capaz de curar qualquer bebedeira. O corrutela está localizada a 28km de Pirenópolis, segue-se pela GO-338 e, no Povoado da Placa, entra-se à direita por 8 km até chegar à povoação.

A Capela do Rio do Peixe é muito antiga. Data da chegada dos primeiros bandeirantes por aqui, ainda no século XVIII. Infelizmente pouco sobrou dessa época. Até a antiga capela foi arrasada e dela pouco se sabe. A atual é do século XIX.

Este ano, obviamente, não teremos a festa por conta da pandemia maldita. Mas podemos reviver os momentos bons que ali passamos e torcer para que ano que vem tudo esteja novamente no seu eixo. Enquanto isso: viva Santana!






A pintura é de Sérgio Pompêo de Pina Júnior e a fotografia foi extraído do Facebook.



sábado, 25 de julho de 2020

Cadê o casarão que estava ali?

Etelvina e Vânia na casa de Joaquim


Vou pedir permissão ao meu amigo Lúcio Jacinto para usar suas fotos e criar este texto. Quero falar sobre as antigas casas humildes de Pirenópolis que aos poucos desaparecem. É uma pena mesmo. Os casarões que herdamos da velha Meia Ponte são belíssimos justamente naquilo que os leigos acham feio.

Isso mesmo.

A boniteza de nossas antigas edificações está nas paredes tortas, pois os construtores de outrora não usavam o prumo. Isso é perfeitamente notável em alguns muros sem reboco. Parece que vão cair porque envergaram com o tempo, mas na verdade estão ali há século do mesmo jeito. Isso só para mencionar as paredes de fora, que têm contato com o tempo. As internas geralmente são de pau a pique, ou seja, taquaras trançadas e amarradas, e barro.

Os pisos também merecem destaque. Se o morador é pessoa abastada, entra em casa ao som do assoalho surdo. Se é gente mais humilde, tem no chão tijolinhos ou então cimento queimado. Já fui em muitas casas de piso de terra socada.

A estrutura que sustenta a casa não muda. É aroeira mesmo. E essa madeira tem uma particularidade interessante que é perder aos poucos a cor avermelhada. Com o passar dos anos a aroeira fica mais esbranquiçada e toma aquele aspecto de velho que tanto me encanta. Mas basta uma lixa para que o vermelho vivo reapareça, qual gotas de sangue que as eras ocultaram.

E tem muito mais.

Telhas coloniais, tramela na porta do meio do corredor, largos tampões de janelas e por aí vai. Merece destaque igualmente a divisão interna das casas. No geral, quando se entra, há uma porta à esquerda ou direita que dá na sala de visitas ou no comércio, e  passa-se pela tal porta do meio para chegar ao interior do imóvel. Ali os quartos têm ligação entre si, uma estratégia para proteger as moças da família.

Mais adiante chegamos a uma varanda, que em Pirenópolis não tem o significado popularizado atualmente. A varanda nada mais é que um cômodo, no geral espaçoso, que serve para tomar as refeições. Toda casa meia-pontense tem também uma cozinha com fogão a lenha e uma despensa para estocar os alimentos.

Sempre foi assim. Desde que os bandeirantes resolveram acender fogo por aqui as coisas nunca mudaram. Passamos os séculos XVIII e XIX sem que nossa história fosse perturbada. Mas daí veio o tal século XX e suas modernidades funcionais. E então muito do que herdamos dos antigos foi ao chão. Casarões com séculos de história demolidos para dar lugar a casas em estilo moderno. Há muitos hiatos imobiliários históricos nas principais ruas da cidade por conta dessa famigerada tendência.

É que a vida moderna requer alguns confortos que as velhas casas não podem dar. E eu cito banheiros nos quartos, piscinas e por aí vai. Então a solução é derrubar tudo mesmo para fazer de novo. Mas eu pergunto: por que não comprar um lote vago, e há muitos por Pirenópolis, para construir a casa dos sonhos?

E o pior dessa história é que o pesadelo ainda não terminou. Agora temos a especulação imobiliária que nos assombra e faz com que o metro quadrado dos imóveis do centro histórico valha fortuna. E o resultado disso é que os quintais desaparecem aos poucos para dar lugar a construções, estacionamentos etc. Também tem a questão dos hotéis e pousadas que surgem do nada e se instalam numa rua outrora tranquila e perturbam a vizinhança. Há critérios para a concessão de alvarás? Não sei dizer.

Foto é que, aos trancos e barrancos, Pirenópolis ainda sobrevive. São tantos desafios que surgem que nos custa crer que a cidade os superará. Mas ela sempre nos surpreende. Quem sabe no futuro - provavelmente ainda distante - a realidade mude por aqui e ventos melhores assoprem das bandas dos Pireneus.

Adriano Curado

A casa da foto acima foi derrubada para dar lugar a esta

As fotografias foram postadas por Lúcio Jacinto no Grupo das Fotos Antigas de Pirenópolis no Facebook.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Aniversário da Banda Fênix



Homenagem aos 127 anos da Banda Phoenix, completados em 23 de julho de 2020.
Ficha técnica:
Música: Capitão Portela - Dobrado de Luiz de Tullis, interpretado pela Banda Phoenix.
Captação de áudio: MGF Estúdio
Técnico de áudio e mixagem: MATHEUS GODINHO FIGUEIREDO

terça-feira, 21 de julho de 2020

A pandemia a curto e longo prazo

A prefeitura de Pirenópolis anunciou a abertura de bares e restaurantes, mas a entrada de turistas na cidade continua proibida. Na prática, a medida é muito pouco eficaz, uma vez que o pirenopolino não frequenta o comércio na rua do Lazer. Pode ser que em outros locais as pessoas apareçam, mas isso é bem pouco provável.

É uma questão delicada porque a cidade não tem estrutura hospitalar para suportar um surto do covid-19, embora a doença já se alastre em nosso meio. Tem que ser lembrada também a experiência infeliz de Caldas Novas, que comemorou a abertura das pousadas e prometeu que tudo se daria dentro das normas de segurança, mas a realidade tem sido outra. Inclusive muitas autuações foram aplicadas por lá.

O zelo da prefeitura de Pirenópolis é compreensível e louvável no momento, só que é preciso pensar a longo prazo. É que essa pandemia infelizmente não passará do dia para a noite. A única forma de nos vermos livres destes dias sombrios, ao que parece, é a descoberta de uma vacina eficaz, e isso parece que já vai adiantado. O problema é que a ANVISA já informou que, ainda que seja aprovada a tal vacina, ela somente será liberada por aqui após os protocolos legais, o que não se dará em menos de um ano. UM ANO!

E se vamos conviver tanto tempo assim com o coronavírus, temos que adaptar nossa rotina a isso e procurar preservar nossa família ao máximo. Não será possível ficar tanto tempo com a cidade isolada, pois isso logo não será mais eficaz. A abertura gradual é uma realidade que se aproxima.

Então, ao que me parece, a solução é o distanciamento social da melhor forma possível, cuidados redobrados com higiene e com a saúde. Outra coisa, será preciso melhorar os hospitais locais e para isso o poder público necessitará da colaboração da iniciativa privada.

Todos nós queremos nossa rotina de volta, nossa cidade novamente alegre e o fim da sombra que desceu sobre a Cidade dos Pireneus. Mas o pesadelo ainda vai durar certo tempo, o que requer decisões certeiras e eficazes. 

Adriano Curado

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Dia de Nossa Senhora do Carmo

Hoje é dia de Nossa Senhora do Carmo, no calendário católico. Trata-se de um título concedido à Maria, mãe de Jesus, que é considerada padroeira da Ordem Carmelita. Essa organização teve início no Monte Carmelo, na Terra Santa, entre o final do século XII e meados do século XIII. Aqueles monges construíram, no meio de seus eremitérios, uma capela que dedicaram à Santíssima Virgem.

Em Pirenópolis, no entanto, a devoção a Senhora do Carmo vem da época dos bandeirantes e está bem representada na belíssima capela que vemos ali próximo à ponte. Ela foi construída entre 1750 e 1754 por Luciano da Costa Teixeira e seu genro Antônio Rodrigues Frota. É uma ermita muito simples e bela, local de muitas histórias e lembranças dos pirenopolinos. Hoje se tornou um museu de arte sacra.


Imagem: Bico de pena de autoria de Di Magalhães: da Igreja Nossa Senhora do Carmo - Pirenópolis - GO.

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Cavalhadas em Taguatinga do Tocantins

Na Idade Média, os árabes foram denominados genericamente de mouros. Estes povos invadiram a Europa por volta do século VIII e só foram banidos do continente europeu no século XV. As cavalhadas representam a luta entre o exército de Carlos Magno e os mouros. Carlos Magno foi coroado Imperador do Ocidente no ano 800 pelo Papa Leão III.

Alguns autores acreditam que as cavalhadas tenham sido introduzidas no Brasil pelos padres jesuítas como meio de facilitar a catequese através da junção entre o sagrado e o profano.

Em Taguatinga, no sul do Estado do Tocantins, as Cavalhadas tiveram início em 1937. Acontecem durante a festa de Nossa Senhora da Abadia, nos dia 12 e 13 de agosto. O ritual se inicia com a benção do sacerdote aos cavalheiros; a entrega ao imperador das lanças usadas nos treinamentos para a batalha simbolizando que estes estão preparados para se apresentar em louvor a Nossa Senhora da Abadia e em honra ao imperador.

O ritual da luta entre mouros e cristãos é antecedido pelo desfile dos caretas, grupo de mascarados representando bruxas, caras de boi com chifres e outros animais. Os cavalos, usados pelos caretas, são enfeitados com flores e portam instrumentos que produzem um barulho que os identifica.

Os cavalheiros que participam do ritual das Cavalhadas, ao contrário dos mascarados, são quase sempre os mesmos. Nas Cavalhadas tem-se a figura do rei, do embaixador e dos guerreiros. Todos desfilam sobre cavalos paramentados com selas cobertas por mantas bordadas e, sobre os olhos dos animais há uma máscara toda trabalhada em cor prata enfeitada com penas vermelhas e amarelas.

As Cavalhadas são formadas por vinte e quatro cavalheiros, distinguindo os mouros na cor vermelha e os cristãos na cor azul. Doze cavalheiros representam os cristãos e, os outros doze, os mouros.

Os cristãos trajam camisa azul de cetim com enfeites dourados; calça branca com botas azuis e enfeites dourados. Na cabeça, um cocar cor prata ou ouro com penas coloridas.

Os mouros usam camisa de cetim ou lamê prata brocado, capa vermelha com bordados de ouro e calça vermelha com bordados e botas prateadas; na cabeça um cocar cor prata ou ouro com penas coloridas.

A espada e a lança usadas durante a encenação do combate complementam a indumentária dos cavalheiros.

Fonte: Portal Tocantins

terça-feira, 7 de julho de 2020

A pandemia começa a fugir do controle

Infelizmente o vírus maldito está se alastrando lentamente por nossa cidade. Não temos hospitais preparados para um surto da doença e nem condições de tratar casos mais graves. As medidas de isolamento da cidade, pelo que parece, não foram suficientes para deter a pandemia. Temo por nossa grande população idosa, por nossos amigos e parentes que agora se expõem sem algo que os proteja. Como a coisa parece que vai fugir do controle, então se isolem ao máximo quem o puder fazer. E aqueles que precisarem sair por qualquer motivo, que se previna com o uso de equipamentos de segurança. Não sabemos que reação esse vírus terá em nosso organismo. Pode ser assintomático ou nós levar para um leito de UTI. Para não correr esse risco, vamos fazer a nossa parte.

domingo, 5 de julho de 2020

Festa do morro só ano que vem

Saudades dos Pireneus. Este ano infelizmente não teremos nossa tradicional festa, por culpa desta pandemia. Mas ainda nos resta recordar, pois isso o vírus não tirou de nós. E são muitas lembranças boas da festança que fizemos por lá no transcorrer do tempo.

Vem de muito tempo o hábito das famílias de montar acampamento ao sopé da serra, sempre na lua cheia de julho. As festividades são em louvor à Santíssima Trindade. E há levantamento de mastro, fogueira etc. Tem até um festeiro.

Por necessidade de isolamento social, medida adequada para não espalhar o coronavírus, festa do morro só ano que vem. Tudo passa, nada dura para sempre, e quando menos esperarmos, estaremos outra vez com nossa vida na normalidade.

Adriano Curado

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Medidas mais duras

Atenção, pirenopolinos. A prefeitura publicou hoje o Decreto nº 3.477/2020 com uma série de restrições que vale a pena conferir e ficar atento.

1. Foi decretado o toque de recolher a partir de hoje (03.07.2020), das 22horas até às 5horas do dia seguinte. As pessoas deverão permanecer em confinamento domiciliar obrigatório, ou seja, não pode sair de casa em hipótese alguma, à exceção de necessidades urgentes.

2. Também restou estipulado que o horário do comércio passará a ser das 07 às 20horas, de segunda a sexta-feira, mas as sábados e domingos permanecem fechados. Não entram nessa limitação as atividades especiais a exemplo das farmácias e serviços de saúde (hospitais, clínicas, laboratórios, postos de combustíveis e distribuidora de gás). Também os supermercados poderão abrir no sábado até às 20horas e no domingo até as 14horas, desde que entre apenas uma pessoa por família, exceto quem necessite de cuidados especiais. As feiras livres de hortifrutigranjeiros e os templos religiosos ficam abertos aos domingos. No que diz respeito às distribuidoras de bebidas, só poderão funcionar de segunda a sexta-feira até as 18horas e deverão fechar aos sábados e domingos, não podendo nem entrar em casa (delivery). A multa por descumprimento é de dez salários-mínimos aos estabelecimentos desobedientes. E quem for pego sem máscara fora de casa será imposta a multa de cem reais.

Essas são as principais novidades. No mais, foram repetidas as regras dos decretos anteriores. Só teve um dispositivo que, confesso, não compreendi. É o §1º do artigo 3º, que expressamente diz: "As lives (transmissões ao vivo) só poderão funcionar até as 22:00 horas e sem aglomerações de pessoas". Vale lembrar que foi após o advento desta pandemia que as pessoas, confinadas em suas casas, passaram a prestigiar as transmissões ao vivo pelas redes sociais, principalmente Instagram e Youtube. De palestras a apresentações artísticas, tudo é válido.

Mas pela redação do Decreto dá a entender, por exemplo que não se pode pegar um violão e fazer uma transmissão ao vivo. Seria isso? Acredito que não. Fato é que ficou mal explicada essa parte.

No mais, enquanto não encontrarem uma vacina teremos que conviver com limitações de toda ordem para tentar conter o avanço alarmante da pandemia. Tempos melhores logo chegarão e poderemos retomar nossa vida na plenitude que merecemos. Até lá, vamos seguir com os cuidados necessários.



Adriano Curado

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Prefeitura de Pirenópolis não seguirá governo

O governador Ronaldo Caiado (DEM) pediu apoio a prefeitos para o fechamento do comércio por 14 dias. Ele informou que um decreto complementar irá definir quais atividades devem parar. No entanto, apesar da orientação do governo, cada prefeito tem autonomia para decidir qual medida adotará no combate ao coronavírus e o prefeito de Pirenópolis, João Batista Cabral, disse através de sua Assessoria de Imprensa que não irá aderir ao decreto, já que tem poder de decisão.

A declaração de Caiado foi dada hoje, após a Universidade Federal de Goiás (UFG) divulgar um novo estudo que estima um colapso hospitalar em julho, com a necessidade de 2 mil leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e 18 mil mortes por Covid-19 até setembro. A UFG propôs a estratégia chamada 14 por 14, ou seja, o comércio ficaria fechado 14 dias, e, posteriormente, 14 dias em funcionamento, até a estabilização dos casos de coronavírus.

A assessoria de imprensa da Prefeitura de Pirenópolis informou que o município não vai aderir à quarentena intermitente proposta pelo governo estadual, justificando que a cidade está seguindo à risca todos os protocolos de segurança, mantendo casas de aluguel, hotéis e restaurantes fechados e que, como vem tendo resultados satisfatórios, vai manter o comércio varejista funcionando dentro dos horários já estabelecidos.

Fonte: Pirenópolis Online

sábado, 27 de junho de 2020

Testes rápidos para a Covid19





A prefeitura de Pirenópolis convida você, que tem qualquer sintoma gripal a visitar a Unidade Mista de Saúde, antiga UPA. Todas as pessoas com sintomas gripais estão sendo testadas. Se você tem algum sintoma gripal, vá até a Unidade Mista de Saúde, antiga UPA, no setor Santa Luzia. Testes rápidos estão sendo feitos em todos os pacientes que ali chegam.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

São João

No dia de hoje se homenageia São João, que é um santo católico. Mas ele ficou também conhecido pelas festas juninas que se fizeram em torno do seu nome. A noite de São João é sempre acompanhada de alegria, quadrilhas, fogueiras etc.

Infelizmente, por conta da pandemia, que não nos deixa aglomerarmos, este ano vai passar batido. Ainda bem que temos boas recordações das festanças passadas que vivemos, e podemos rever em nossa imaginação os amigos que encontramos em confraternização.

Por isso, embora seja mentalmente, vamos nos sentir em torno de uma fogueira que assa batatas e induz à dança ao som de uma sanfona manhosa. Não se esqueçam também de passar lá na barraca do quentão e de comprar ficha para ganhar o beijo da bela moça. Afinal, hoje é noite de São João sô...!

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Carta aberta - dr. Fausto Jaime

CARTA ABERTA AO PREFEITO MUNICIPAL E A TODAS AS AUTORIDADES PÚBLICAS DE PIRENÓPOLIS

Tenho acompanhado à distância os acontecimentos e a situação de Pirenópolis neste momento crítico por que passa o nosso país em razão da Pandemia da COVID-19. As perguntas que me fiz foram as seguintes: como Pirenópolis poderá passar por esta situação sem ter que enfrentar grande sofrimento e uma situação verdadeiramente crítica? Dessa forma, pensei nos problemas sociais e econômicos que já afligem a nossa população, acima de tudo a minha preocupação principal são os problemas médicos e sanitários decorrentes da Pandemia da COVID-19. Lembro que as perspectivas para os próximos dois meses em nosso país são críticas, para não dizer sombrias.

A falta de um posicionamento firme e resolutivo por parte do Ministério da Saúde fez com que o combate à pandemia se tornasse pouco eficaz com a ampliação da morbidade e mortalidade. Isto traz como consequência, também, uma maior duração do período epidêmico. Recentemente, o Ministério da Educação publicou a Portaria No. 544 de 16 de junho de 2020, que dispõe sobre a substituição das aulas presenciais por aulas em meios digitais, enquanto durar a situação de pandemia do novo coronavirus – COVID-19. O período de autorização de que trata a Portaria se estende até 31 de dezembro de 2020. Pelo visto, o Ministério da Educação prevê que a situação de pandemia em nosso país se estenderá por um período maior do que presume o Ministério da Saúde.

No nosso entendimento, a Prefeitura de Pirenópolis deverá realizar um programa integrado de controle da Pandemia da Covid-19. Esta ação deverá ser coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde que deverá realizar o mapeamento do coronavírus na cidade. Isto deverá ser feito através dos testes rápidos adquiridos pelo município. Estes exames detectam anticorpos produzidos pelo organismo do paciente. Este trabalho deverá ser coordenado pela Secretaria Municipal de Saúde, com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde e do Governo Estadual. Sempre que necessário se poderá também buscar o apoio do Ministério da Saúde.

Uma Unidade de Saúde e uma Equipe de profissionais deverá ficar responsável por coordenar este trabalho de controle e combate a COVID-19. Uma Unidade de Saúde deverá se responsabilizar pelo controle de todo este processo de trabalho. Isto não significa que a Covid-19 só será vista por esta equipe. Todo Sistema Municipal de Saúde deverá estar atento para se rastrear a ocorrência do vírus SARS-COV-2 e suas manifestações em todo município de Pirenópolis. A prioridade, em um primeiro momento, é a zona urbana e, posteriormente, a atenção deverá se voltar também para o meio rural.
Uma parte importante desta abordagem é o seu caráter sistêmico. Esta abordagem se baseia no reconhecimento da grande complexidade da missão a ser enfrentada. Várias medidas deverão ser adotadas para enfrentar com sucesso a Pandemia da COVID-19. Um passo importante é o levantamento por meio de uma pesquisa epidemiológica.

As equipes da rede de atenção básica à saúde deverão receber treinamento e equipamentos adequados para atender aos casos leves de COVID-19. Pode-se pensar, ainda, na criação de centros comunitários de isolamento para as pessoas com diagnóstico suspeito e confirmado que morem em casas com poucos cômodos e muitos moradores. É recomendável, também, ampliar a comunicação institucional para orientar a população. Uma medida que consideramos importante é assegurar a capacidade de testagem, aplicando o exame RT-PCR em todos os casos suspeitos no início dos sintomas e nas pessoas com que estes suspeitos tiveram contato. Além disso, deverão ser realizados inquéritos sorológicos com testes rápidos nas comunidades, para medir o avanço da pandemia na população.

Destacamos, ainda, a importância do isolamento social para frear a pandemia. Ressaltamos, também, a importância das medidas econômicas de proteção social para possibilitar que a população cumpra o isolamento. É importante o socorro financeiro às atividades econômicas para preservar as empresas, especialmente as micro e pequenas, além da manutenção dos empregos formais sem redução de salários, auxílio emergencial aos trabalhadores informais e proteção financeira às populações vulneráveis. Isto pode ser articulado junto ao governo estadual e ao governo federal.

As projeções atuais mostram o pico da pandemia entre agosto e setembro. No momento, não estamos próximos do colapso do sistema de saúde, mas, certamente, ainda estamos longe do pico da pandemia em nosso estado. Ainda há tempo de agir e muito a fazer se quisermos preservar a saúde das pessoas, salvar vidas e reduzir o sofrimento de nossa população. No entanto, não podemos esperar sem tomar as iniciativas necessárias para se resolver este complexo problema.

A pandemia de COVID-19 se acelerou em nosso estado, há uma grande ocupação de leitos de UTI. A expectativa é de que o pico da curva epidêmica só será alcançado entre agosto e setembro, quando o total de casos confirmados oficialmente será muito superior ao observado hoje. O que fazer agora, então? Haverá algo ainda a ser feito? Temos ainda condições de lutar ou devemos apenas aceitar que fomos vencidos pela pandemia? Em minha sincera opinião, há muito a ser feito. É possível ainda vencermos o vírus e evitarmos o sofrimento de milhares de pessoas e muitas mortes. Para alcançar este objetivo, cada município e cada região deverão fazer o seu dever de casa.

Em primeiro lugar, mais do que nunca é preciso mobilizar todo o sistema de saúde para o enfrentamento à COVID-19, não apenas os serviços de urgência e a rede hospitalar. Muitos profissionais e pesquisadores da saúde acreditam que os sistemas universais de saúde, como o SUS, podem ser dotados de uma robusta rede de atenção primária e que esta poderá dar uma contribuição decisiva para o enfrentamento efetivo e equitativo da pandemia causada pela COVID-19. A rede de serviços de atenção primária à saúde e seus trabalhadores precisam assumir o protagonismo da luta contra a COVID-19. Médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde devem ser a linha de frente do combate à pandemia.

Para dar conta dessa missão, os profissionais da atenção básica precisam de ter as condições adequadas para o exercício de sua missão, a exemplo de EPIs adequados, oxímetros digitais para cada um dos profissionais da equipe de saúde, acesso rápido a exames de laboratório e imagem, medicamentos, materiais e insumos básicos necessários a esse combate à sua disposição em quantidade e qualidade adequados. As equipes de atenção primária à saúde precisam, também, de receber treinamento específico, em caráter de urgência, para que elas possam realizar com qualidade e no tempo certo o manejo clínico de casos suspeitos e confirmados, tratamento medicamentoso adequado e oportuno, busca ativa de casos, monitoramento de contatos, orientação às famílias e articulação com serviços de referência. No município de Pirenópolis, o pronto socorro do Hospital Ernestina Jaime Lopes poderá assumir a responsabilidade do atendimento de urgências. Dessa forma, o prédio da UPA poderá, eventualmente, ser utilizado para outras finalidades no sistema de saúde.

É urgente que se definam protocolos clínicos e de vigilância em saúde bem definidos para a atenção primária à saúde, elaborados por especialistas. As universidades, os conselhos e associações profissionais ao lado de trabalhadores da saúde estadual tem todas as condições de elaborar tais protocolos e realizar o treinamento das equipes de saúde. Estas entidades precisam ser mobilizadas para esta finalidade.

É importante estabelecer parâmetros, condutas e fluxos para a identificação precoce de sinais e sintomas de agravamento dos casos clínicos e para o seu encaminhamento às unidades de referência de pronto atendimento e de internação. Reafirmamos aqui, mais uma vez, a necessidade de buscar com urgência as condições necessárias para realizar o exame de RT-PCR em todos os casos suspeitos no início dos sintomas e em seus contatos, além de obter o resultado desses testes com rapidez.

É essencial a adoção de tecnologias de tele atendimento e de tele orientação da população pelas equipes de atenção primária à saúde. Estamos falando de recursos simples como o WhatsApp no contato entre os trabalhadores da saúde, os pacientes e as famílias do seu território de abrangência. Lembro, ainda, da necessidade de interconsulta entre os profissionais da atenção básica e especialistas por meio da telemedicina. Estes acessos devem ser simplificados, sem entraves burocráticos.

Nos distritos ou mesmo em bairros com maior incidência de casos e com baixa cobertura assistencial, poderão ser organizadas brigadas emergenciais de saúde (médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes de saúde) para realizar atendimento nas comunidades, em unidades de saúde, outros equipamentos públicos, nos domicílios ou por meio da instalação de tendas de atendimento primário emergencial. Nessas mesmas localidades, poderão ser criados centros comunitários de isolamento para as pessoas com diagnóstico suspeito e confirmado que residirem em moradias com poucos cômodos e ou muitos moradores. As escolas, ginásios, hotéis e pousadas podem, eventualmente, cumprir essa tarefa. Lembramos que precisam de isolamento, principalmente as pessoas infectadas em período de contágio. Esta condição será revelada através dos testes previstos.

Insisto que a maior defesa que temos contra a pandemia é o isolamento social. Em nosso estado, não temos as menores taxas de isolamento social do país. No entanto, é essencial adotarmos isolamento social rigoroso para alcançar taxas superiores a 70%, no período de pico da epidemia, que se avizinha e reduzirmos a velocidade de disseminação da doença. O isolamento social precisa ser acompanhado de socorro financeiro às atividades econômicas produtivas, para preservar a saúde das empresas, especialmente as micro e pequenas empresas, a manutenção dos empregos formais sem redução de salários, a renda dos trabalhadores informais e a proteção financeira às populações vulneráveis.

É importante a realização de inquéritos sorológicos populacionais em todo o município, a cada 14 dias, para detectar a presença de anticorpos na população, a taxa real de infecção e cura, medida fundamental para o planejamento da saída gradativa do isolamento social. Para a realização desses inquéritos sorológicos, pode-se solicitar o apoio da Secretaria de Estado da Saúde e de universidades que têm pesquisadores e capacidade logística para realizar essa tarefa. Caso necessário, poderão ser instaladas tendas de atendimento primário em saúde em distritos, em locais de grande circulação e para assegurar acesso facilitado a territórios com alta incidência de casos. Estas tendas podem servir também como pontos de coleta de material para realização do exame RT-PCR, inclusive na modalidade drive-thru.

É necessário ampliar a comunicação institucional de orientação à população. Para esse mister, poderão ser utilizados o rádio, as redes sociais, os carros de som, as mensagens de SMS e WhatsApp em massa, aplicativos de celulares, linguagem criativa e adaptada aos diversos públicos. Territorializar a comunicação para informar e orientar com objetividade e resultado prático às pessoas.

No âmbito dos prontos atendimentos e da unidade hospitalar, deverão ser implantados protocolos clínicos atualizados e o treinamento das equipes de saúde. Os resultados obtidos pelo mapeamento vão auxiliar o poder público a tomar decisões, sobretudo, no que diz respeito às medidas de isolamento social e outras estratégias de enfrentamento, adotadas para conter a pandemia de coronavírus.

O mapeamento é direcionado para pessoas assintomáticas e acontece em duas etapas, com a aplicação de testes em cada bairro ou distrito e povoado. Na primeira fase, deve-se concentrar nos profissionais de saúde. A ideia é englobar 100% dos profissionais das Unidades Básicas de Saúde da zona urbana, como médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, dentistas, técnicos em saúde bucal e auxiliares de serviços gerais. Além disso, a testagem deverá, também, contemplar os agentes comunitários de saúde, os agentes de combate às endemias, os técnicos da Vigilância Sanitária e os profissionais que trabalham na limpeza urbana.

A segunda fase testará, por amostragem, funcionários de empresas que oferecem serviços essenciais autorizados pelos decretos municipais e estaduais e membros da população em geral. Em todo o processo de mapeamento serão aplicados testes rápidos por plasma sanguíneo e emitidos laudos diagnósticos.

É vital um esforço de mobilização de todos os entes e poderes públicos e da sociedade civil, empresários e trabalhadores, profissionais de saúde de todas as categorias e especialidades, para um exercício permanente de diálogo e concertação. Instituir com urgência um comitê municipal com essa representação para debater os problemas, planejar e coordenar as ações a serem executadas por cada uma das instituições públicas e os atores sociais. Não adianta editar decretos governamentais recomendatórios ou impositivos sem a participação e a escuta de todos os sujeitos envolvidos.
Especialmente decretos ineficazes para o atual momento, em que já alcançamos a situação de risco máximo em nosso município e em todo o estado.

É de grande relevância cuidar da saúde física e mental dos trabalhadores da saúde. Assegurar EPIs de qualidade, treinamento, testagem rotineira, ambientes adequados de trabalho e repouso, jornada de trabalho decente, acomodações adequadas em seus deslocamentos, remuneração justa e proteção previdenciária adicional. Do contrário, logo faltarão profissionais de saúde para a linha de frente, afastados por terem se infectado.

É muito importante atuar para constituir uma atenção básica resolutiva. A nossa atenção primária à saúde deverá fazer todos os procedimentos previstos na atenção primária e, além disso, deverá oferecer alguns procedimentos de média complexidade, especialmente aqueles que, neste momento, contribuam para o diagnóstico e tratamento da COVID-19.

Como disse antes, não estamos próximos do colapso do sistema estadual de saúde. No entanto, ainda estamos longe do pico da pandemia em nosso estado. Ainda há tempo de agir e muito a fazer se quisermos preservar a saúde das pessoas, salvar vidas e reduzir o sofrimento do nosso povo. Só não podemos esperar mais um dia sequer.

Destaco, ainda, que todas as iniciativas aqui propostas são absolutamente exequíveis e a maioria em curtíssimo espaço de tempo. À exceção de parte das medidas econômicas, todas as demais encontram-se dentro da capacidade de governo nos âmbitos estadual e municipal. Temos em nosso estado e em nosso município, o conhecimento técnico-científico, a capacidade intelectual e a força de trabalho mobilizável para a sua realização, bem como a disponibilidade de recursos financeiros. Devemos buscar, maneira articulada e suprapartidária, o apoio da secretaria de estado da saúde, do governo estadual e do Ministério da Saúde para este esforço de controle da Pandemia da COVID-19 em nosso município.

Temos muito a fazer! Vamos à luta! Contem comigo!!!...

Pirenópolis, 17 junho de 2020.

Fausto Jaime*

* Fausto Jaime, médico, especialista em clínica médica, em medicina intensiva e saúde pública, com formação em Infectologia (Medicina Tropical), professor universitário e gestor governamental, mestre em saúde coletiva, doutorando em bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto em Portugal.

terça-feira, 16 de junho de 2020

Um vídeo contra a abertura


O vídeo acima é uma produção contra a reabertura da cidade aos turistas. Contra esse ponto de vista, obviamente, está o empresariado e os funcionários do segmento. Mas independente dos interesses envolvidos, é preciso uma política pública a curto, médio e longo prazo visando definir de vez essa situação. Provavelmente a pandemia não passará em breve, então é necessário que todos se sentem para descobrir o melhor caminho a seguir.

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Manifestação pela abertura do turismo


Hoje houve uma manifestação em Pirenópolis pela abertura do comércio voltado ao turismo. Participaram por volta de umas trezentas pessoas, entre proprietários dos estabelecimentos e seus funcionários. O grupo se concentrou na porta da prefeitura e reivindicou que o prefeito atendesse às suas reivindicações, mas não foi bem-sucedido.

Há alguns dias, através de uma manifestação pública, João do Leo acenou com a possibilidade de retomada do turismo em Pirenópolis a partir do início do mês que vem. Só que em uma nova decisão, o governante voltou atrás, o que provocou o descontentamento dos que lidam com o setor.

A manifestação foi pacífica e obedeceu às regras de distanciamento e uso de máscara. Mas quando o grupo viu que o prefeito não cederia, alguns se exaltaram e o ofenderam com palavras duras. Esperamos que as partes se encontrem novamente e, através do diálogo, cheguem a um denominador comum.


quinta-feira, 11 de junho de 2020

Corpus Christi


A data de Corpus Christi (Corpo de Cristo) é uma comemoração litúrgica católica que se dá na quinta-feira posterior ao domingo da Santíssima Trindade, que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes. Assim como em outros locais, as ruas de Pirenópolis são enfeitadas por tapetes coloridos, por onde passa a procissão. Em razão da pandemia que vivemos no momento, este ano excepcionalmente não teremos tais comemorações.