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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

O Córrego Pratinha secou!

Foto: Carla Adriana

Numa reportagem bem feita e também assustadora, os repórteres Carla Adriana, Igor Cobelo Ferreira e Pedro Sicari, do site Pirenópolis online, denunciam o estado deplorável que se encontra o histórico Córrego Pratinha. 

Após uma caminhada pelo leito seco, em dois dias descobriram mangueiras drenando a água, animais assoreando as nascentes, desmatamento em área de preservação permanente e por aí vai.

O material todo gerou uma extensa reportagem e foi entregue ao Secretário do Meio Ambiente e ao Ministério Público, que prometeram providências.

É por conta de descasos assim que a qualidade de vida do pirenopolino está cada vez pior.

Leiam a matéria completa no site:



quarta-feira, 24 de abril de 2013

A nova palmeira da Matriz

    O prefeito Nivaldo Melo e alguns populares plantaram a palmeira imperial em substituição à que foi cortada. Trata-se de uma muda grande, o que diminuirá o tempo para alcançar a outra palmeira na torre do sino.

       As fotos são divulgação da Prefeitura Municipal de Pirenópolis.





 
 




quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

No jardim das polianas




     Organizei uma excursão para a Serra do Funil, localizada próximo ao Morro do Frota, e qual foi minha surpresa ao deparar com um jardim de polianas do cerrado (allamanda angustifolia). Em contraste com o verde que as chuvas revivem, lá estão elas, a lindas flores amarelas, qual ouro novo que ainda não conheceu a arte do ourives.

     Voltei encantado com as maravilhas da nossa exuberante natureza e trouxe na bagagem muitas fotografias.

Adriano César Curado 














quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Memórias e viagens


     No último final de semana, fui para Goiás, mais especificamente Pirenópolis. Pirenópolis é uma cidade histórica, uma das primeiras do estado de Goiás, também é a cidade natal da dupla sertaneja Zezé de Camargo e Luciano.

     Pirenópolis, significa "a Cidade dos Pireneus", vem da serra que circunda a cidade que é a Serra dos Pireneus. Segundo os contadores da cidade, a serra recebeu este nome por causa da saudades dos imigrantes espanhóis, e da semelhança com a cadeira de montanhas entre a Espanha e a França, os Pirineus da Europa.Tombada como patrimônio histórico nacional, guarda na história seus casarões seculares e ruas de pedra, que tem muito na região. 








     Nos arredores, uma natureza exuberante, com cachoeiras, reservas ecológicas, parques e mirantes. Vale a pena conhecê-la.

     Depois de acordar às 4h30 da madruga, contra a minha vontade, lá fui eu ainda com olhos “cheios de areia” pagar o “buzão” que leva à Pirenópolis… viajem cansativa, pois, como estava em Inhumas, são 2 onibus nada confortáveis até lá. A cidade é pequena, mas não se apegue a primeira impressão. Andando pelas ruas de pedras e casarões, me senti em outro século. Praticamente com vestidos e espartilhos, e uma rendada sombrinha para completar o cenário.





     Após um café “pão na chapa suco de laranja”… fomos atrás de “onde deixar as mochilas e dormir”. O sol ainda estava tímido, nuvens de chuva no céu, o passeio não prometia.

     Ótimo, aonde ir? Quando ir? como ir? Nos informamos das cachoeiras, várias, algumas free, outras pay to see.

     Nos indicaram um passeio pelo Parque do Pirineus. Vista 360 graus da região, mais 2 ou 3 cachoeiras, vista do Morro do Cabeludo e mais o Cerrado Rupestre.

     Por indicação, arrumamos um guia nota 10, o Adriano. Com sua super van, lá fomos nós. Toda a história da cidade no caminho, subindo morro… estrada de chão, Graças a Deus!




     Primeira parada: um mirante com uma linda vista da cidade. Na volta, paramos lá para tirar fotos do pôr do sol, que também pode ser visto do topo do morro, a gosto do freguês.



     Segunda parada: Cachoeira do Coqueiro (antes conhecida como cachoeira poço do inferno) e Cachoeira do Inferno. Ambas no ribeirão Santa Maria, não tem estrutura, pura natureza e uma breve trilha… vale a pena cada passo. Parada obrigatória para um mergulho gelado. Eu, claro que não mergulhei!




     Terceira parada: Cerrado Rupestre, um cenário exuberante do serrado sobre as pedras.




     Quarta parada: Cachoeira do Sonrisal, são 6 cachoeiras em sequência que formam um poço a cada queda. 2 km de caminhada leve e um bom mergulho em águas superrrr geladas. Dizem que a cachoeira ganhou este nome, por causa dos bebuns que iam se curar com um banho gelado em seus poços.



     Adivinha! Nesta também eu não entrei…rssss 

     Quinta Parada: Pico do Pireneus, situado entre as cidades de Pirenópolis e Cocalzinho de Goiás, e tem 1385 metros de altitude. No topo existe uma capela dedicada à Santissima Trindade. De rochas quartizíticas, de origem sedimentar, tem mais de 1 bilhão de anos.





     A subida não é fácil para principiantes, mas não é difícil para quem já faz este esporte. Não sei como o Adriano, nosso guia, subiu por um caminho alternativo, e chegou antes que nós. Até assustei, pois em um momento estava no fim da fila, depois, esperava lá em cima. A vista é magnífica, dá pra tirar fotos que parece que vc está em um precipício mesmo não estando… merece sim a visita, e a lingua de fora na subida. A visão é 360 graus. Se der, aproveite para curtir o pôr do sol de lá. No meu caso, a chuva não deixou.




Postado por Carina em Memórias e Viagens.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Pireneus brasileiros cercam cidade histórica em Goiás

Festa do Morro - Sérgio Pompêo de Pina


     "No meio do cerrado, os paredões rochosos da Serra dos Pirineus circundam uma cidade fundada em 1727, quando os bandeirantes paulistas exploravam o interior do país em busca de ouro. Ainda hoje, Pirenópolis, em Goiás, atrai muitos aventureiros em busca de seus tesouros: as construções coloniais que despontam em meio a um cenário de rios e montanhas. Segundo a tradição local, a semelhança entre o nome da serra e o da cadeia montanhosa que separa França e Espanha não é mera coincidência: ele teria sido dado por espanhóis com saudades de casa.

     "No mesmo ano em que a cidade foi fundada, iniciou-se a construção da igreja de Nossa Senhora do Rosário, que ficou pronta em 1732 e é a mais antiga do estado. Em 1750 foram construídas outras duas igrejas, no estilo barroco-rococó típico da colonização do país: Nosso Senhor do Bonfim e Nossa Senhora do Carmo (esta fechada para visitação).

     "Fachadas coloridas de casarões dotados de janelas largas, às vezes situadas na altura da calçada, ladeiam o pavimento de paralelepípedos das ruas da cidade. Entre as construções do século XIX, destaque para o Teatro de Pirenópolis. Inaugurado em 1899, ele foi restaurado em 2000 e continua recebendo shows, recitais e peças. Outra atração do centro da cidade é o Cine Pirineus, construído em 1919.

     "Todo esse legado colocou Pirenópolis na lista de cidades tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 1989. Mas esse não é o único atrativo do local. Em seu entorno, trilhas, rafting, rappel, tirolesa e outros esportes radicais podem ser praticados sob orientação de monitores. Dentro de propriedades particulares, há ainda cachoeiras e piscinas naturais. Para visitá-las, os ingressos variam de R$8 a R$20."

Texto: Fábio Brandt

quinta-feira, 22 de março de 2012

Dia Mundial da Água



     Hoje é o Dia Mundial da Água, mas será que temos o que comemorar em Pirenópolis? Cadê o projeto de reflorestamento das margens do rio das Almas? E a rede de esgoto que não sai nunca? Quando deixaremos de jogar água servida na rua? Mais lixeiras não estimularão o turista a jogar lixo no lixo?

      Pensemos e repensemos nossa responsabilidade enquanto cidade turística. No Dia Mundial da Água, será que o pirenopolino faz a sua parte?

Adriano César Curado

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Cachoeiras do Bonsucesso




As Cachoeiras do Bonsucesso estão situadas a 5 km de Pirenópolis. A saída é pela bairro Alto do Carmo. Fácil de chegar. É só atravessar a ponte de madeira, passar em frente aos restaurantes Dona Cida e Oxente Uai e seguir até o final da avenida. Então vira à direita e entra na estrada de terra. Têm placas de sinalização por todo o trajeto. Não há como errar. Apesar das chuvas, a pista está em boas condições, mas é preciso tomar cuidado, pois o movimento ali é grande.




Lá você será recebido pelos simpaticíssimos filhos do Luís Artur. Cobra-se uma taxa de R$ 10 reais por pessoa. As seis cachoeiras do ribeirão Soberbo, um dos afluentes do rio das Almas, se localizam na fazenda Bonsucesso e são assim denominadas: Açude, Landi, Palmito, Pedreira, Bonsucesso e Lagoa Azul. Na minha opinião, a mais linda é a do Bonsucesso, que desaba em 12 metros de queda.





Outra atração sensacional do lugar é o trecho da Estrada Real, toda calçada de pedra, que vem da época do Brasil Colônia e serviu, num primeiro momento, para escoar o ouro produzido em Meia Ponte. Depois, virou rota do comércio entre a Bahia e o Rio de Janeiro. E posteriormente serviu para a travessia do gado rumo ao temido Tombadouro, local situado em altíssima altitude e que, se vencido pelo rebanho enfraquecido pela seca, dava acesso a pastos verdejantes em aguadas.






Na sede da fazenda você encontra guloseimas da culinária local, feitas por seus proprietários e, se der sorte, pode bater um papinho com o Luís Artur, que sabe muitas histórias interessantes de Pirenópolis.







As Cachoeiras do Bonsucesso ficam abertas ao público das 7h as 17h.

by Adriano César Curado