domingo, 29 de março de 2026
sábado, 28 de março de 2026
quinta-feira, 26 de março de 2026
quarta-feira, 25 de março de 2026
Permita-se
Deixe que a luz entre na sua vida, inunde sua alma, alegre seu espírito! A paz vai transbordar dos recantos mais translúcidos do seu ser e lhe proteger das agruras da existência. Permita-se!
segunda-feira, 23 de março de 2026
Início de Pirenópolis
As Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meia Ponte foram descobertas pelo português Urbano do Couto Menezes, que por aqui chegou chefiando uma expedição (Bandeira) em 7 de outubro de 1727.
Havia com ele muitos outros companheiros da terra de Camões, inclusive um rico comerciante chamado Manoel Rodrigues Tomar, que tomou a iniciativa de fundar um povoado no nascente garimpo. E assim nasceu Meia Ponte, que mais tarde passaria a se chamar Pirenópolis (Cidade dos Pireneus).
Decidiram aqueles bandeirantes que o primeiro ouro extraído seria usado para missas em prol das almas que estão no Purgatório. E então o rio onde garimpavam foi batizado de “Almas”.
Era tempo de muita chuva e a água estava alta, então decidiram construir uma ponte com duas vigas de madeira. Só que o Almas subiu demais e levou uma delas, por essa razão a lugar ficou conhecido como Meia Ponte.
sábado, 21 de março de 2026
A rodoviária antiga
Você sabia que na década de 1950, época desta foto, a estação rodoviária de Pirenópolis era no casarão da Pensão Central? Pois é. Ela funcionava aqui ao lado de casa, e me contou minha mãe @martapinac que era um movimento constante de jardineiras.
No lado esquerdo superior aparece o centenário cajazeiro que foi removido para a construção da avenida.
sábado, 7 de março de 2026
A casa
A casa é a extensão do nosso ser. É nela que vivenciamos nossas tristezas e alegrias, ali nos alimentamos e embebedamos, entremeio suas paredes escrevemos no livro da vida. Por isso em nossa casa só entra se for convidado.
A Matriz e o tempo
O tempo passa rápido e a Matriz de Senhora do Rosário continua ali firme, superando os obstáculos que os revezes lhe impõem.
domingo, 1 de março de 2026
A outra torre
A torre mais fotografada da Matriz é sempre a outra (sineira). É à sua sombra que acontecem as festividades, como as tocadas da banda ou a saída dos mascarados, e ali está o imponente relógio. Na chegada solene do cortejo imperial, dali saem os repiques alegres do sino intercalados com o foguetório.
Já esta outra, que fica para o lado do sol nascente, quase nunca é lembrada. Hoje estava aqui pensando que, das tantas vezes que subi ao coro, nunca olhei por aquela janela... aliás, nunca a vi aberta.
sábado, 28 de fevereiro de 2026
Assinar:
Comentários (Atom)