sábado, 7 de março de 2026

A casa


A casa é a extensão do nosso ser. É nela que vivenciamos nossas tristezas e alegrias, ali nos alimentamos e embebedamos, entremeio suas paredes escrevemos no livro da vida. Por isso em nossa casa só entra se for convidado. 

A Matriz e o tempo

O tempo passa rápido e a Matriz de Senhora do Rosário continua ali firme, superando os obstáculos que os revezes lhe impõem. 

domingo, 1 de março de 2026

A outra torre

A torre mais fotografada da Matriz é sempre a outra (sineira). É à sua sombra que acontecem as festividades, como as tocadas da banda ou a saída dos mascarados, e ali está o imponente relógio. Na chegada solene do cortejo imperial, dali saem os repiques alegres do sino intercalados com o foguetório. 

Já esta outra, que fica para o lado do sol nascente, quase nunca é lembrada. Hoje estava aqui pensando que, das tantas vezes que subi ao coro, nunca olhei por aquela janela... aliás, nunca a vi aberta.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Lançamento coletânea da Aplam

A mais nova coletânea da Academia Pirenolina de Letras, Artes e Música (Aplam) será lançada dia 26 próximo no Centro de Artes Ita e Alaor (na Rua da Prata). Prestigiem a cultura goiana! 

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Os Farricocos

Este quadro é uma representação artística dos Farricocos, que são personagens da tradicional Procissão do Fogaréu na Cidade de Goiás.

Dados da obra:
- Farricocos (70x90cm), tinta acrílica sobre tela.
- Artista plástica: Mara Velvet
- Local: a tela se encontra exposta para apreciação e comercialização na Piri Galeria (praça do Coreto ao lado da Pousada Dona Geni).

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Detrás da Matriz

Parece uma nave espacial mirando o infinito.  Ou seria a seta do Criador apontando rumo ao Universo? Não saberia dizer. Fato é que sentar aqui na escadaria detrás desse templo me traz paz.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O casarão de Mauro de Pina


*A casa remanescente mais antiga de Pirenópolis é o berço de cinco famílias goianas*

 _Nilson Jaime_ 

Uma casa construída na última metade do Século XVIII, no Arraial de Meia-Ponte, é hoje a mais antiga residência remanescente de Pirenópolis. Trata-se da edificação entre o Cine Pireneus e o Teatro Sebastião Pompeu de Pina, na cidade fundada aos pés da Serra dos Pireneus. 

De acordo com Jarbas Jayme (Jayme & Jayme, 1990) a edificação foi construída pelo luso ```Alexandre Pinto Lobo de Sá,```  um dos responsáveis pela edificação da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário de Meia-Ponte - segundo o viajante ```D'Allincourt``` -, ainda existente.

Nessa casa residiu a neta do patriarca da família Sá - ```Genoveva Maria da Soledade``` ("Inhá Genu") - que teve com o ```padre Luiz Gonzaga de Camargo Fleury``` (editor da _Matutina Meiapontense,_ primeiro jornal de Goiás e do Centro-Oeste) sete filhos, dentre eles os genearcas de cinco novas famílias: Jaime, Sócrates, Confúcio, Sêneca e Cícero. 

As duas filhas mulheres do casal não tiveram descendentes. Os filhos homens, contudo, deixaram mais de 14 mil vergônteas, nas cinco linhagens, que se espalham por todo o Estado de Goiás e vários estados brasileiros e países do mundo.

A icônica casa, pertencente hoje  ao espólio de "Lulu de Pina", encontra-se impecavelmente conservada, mais de 250 anos depois, por Mauro de Pina, pentaneto do patriarca Alexandre Pinto Lobo de Sá, assim como este autor.

Prestes a completar 300 anos, Pirenópolis guarda esse tesouro da arquitetura colonial.

Vale a pena conhecer a casa, que abriga em seu interior um notável acervo fotográfico particular.