sexta-feira, 22 de maio de 2026
quarta-feira, 20 de maio de 2026
segunda-feira, 18 de maio de 2026
As Pastorinhas
Durante as festividades em louvor ao Divino Espírito Santo em Pirenópolis, tradicionalmente é encenada uma peça teatral chamada As Pastorinhas. É um teatro de revista (dançado e cantado) de temática natalina, que foi encenada pela primeira vez na cidade há um século, quando por aqui passou um telegrafista nordestino chamado Alonso, que a trouxe na bagagem.
Sebastião Pompeu de Pina, aquele mesmo que dá nome ao prédio do teatro (construído por ele), foi o primeiro a encená-la, já que as famílias da época não confiaram deixar o telegrafista recém-chegado ensaiar as moças. Joaquim Propício de Pina, irmão de Sebastião e fundador da Banda de Música Phoênix, orquestrou a parte musical e compôs os cantos dos três símbolos (fé, esperança e caridade), que são representados por atrizes mirins.
Quando Alonso foi transferido para outra cidade, comunicou que não deixaria a peça em Pirenópolis. Então foi preciso montar um estratagema para mantê-la por aqui. Propício já tinha as partituras por ele orquestradas, e então José Assuerio de Siqueira, madrugada afora, copiou a punho toda a longa parte escrita com falas dos personagens.
O telegrafista se foi, mas As Pastorinhas ficaram. Encenada ano após ano, já foi ensaiada por grandes diretores teatrais locais, a exemplo de Wilson Pompeu de Pina, filho de Sebastião, o casal Ita e Alaor, Natália de Siqueira e, mais recentemente, Séfora de Pina, que é neta de Wilson.
A obra de arte que ilustra esta postagem mostra uma das partes da peça, quanto uma pastora se perde e é assediada pelo demônio Lusbel, sendo salva repentinamente pelo anjo Gabriel.
Obra de arte:
• Autoria: Mara Velvet
• Título: Interseção do Anjo Gabriel
• Tinta acrílica sobre tela (60x80cm)
• Local: a obra se encontra exposta para apreciação e comercialização na Piri Galeria, praça do Coreto, ao lado da Pousada Dona Geni
quarta-feira, 13 de maio de 2026
Pirenópolis: turistas 1970 e 1980
Quem se lembra dos acampamentos nas margens do rio das Almas? Entre as décadas de 1970 e 1980, o fluxo de turistas em Pirenópolis cresceu repentinamente por conta das propagandas do governo. Só que não havia a estrutura hoteleira de hoje, então a solução foi liberar as áreas públicas. Algo impensável nos dias atuais.
A obra de arte que ilustra a postagem é de autoria da artista plástica Mara Velvet.
domingo, 10 de maio de 2026
O cortejo do festeiro de Pirenópolis
Na festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis, o festeiro se chama Imperador e é ele o responsável pelo sucesso de todo um conjunto de acontecimentos.
Seu Império dura um ano, e nesse meio tempo sua casa se transforma num anexo das festividades, com dezenas de pessoas ajudando na preparação de refeições, salgados, doces etc.
E o auge de sua festa é o grande cortejo imperial, com a presença da banda de música e de couro, do congo, da congada e por aí vai. Ele caminha a passos lentos na direção da Matriz, sob o fornalhar de bandeirolas e ladeado por longas filas de moças vestidas de branco.
quinta-feira, 7 de maio de 2026
103 anos de José de Pina (Zé Lulu)
Hoje seria aniversário de 103 anos de meu avô José de Pina (Zé Lulu), e como ele foi rei mouro por muitos anos, não há maneira melhor para homenageá-lo que esta foto estilizado no personagem.
Arte em azulejos
Esta é a representação artística do teto da capela-mor da Matriz de Senhora do Rosário de Pirenópolis, realizada pela artista plástica Mara Velvet , usando técnica mista.
A imagem é um azulejo sublimado com a arte, que foi encomendado por um cliente. Mas o original está na Piri Galeria (@piri_galeria): praça do Coreto ao lado da Pousada Dona Geni.
Prestigiem a arte!
domingo, 3 de maio de 2026
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