Era um tempo de simplicidade que estava nos muros de adobe, nas casas de taipa e nas pessoas de pés descalços.
Não havia cimento, concreto ou aço por estas bandas e a solução foi utilizar o que tinha.
No tijolo de adobe, só tem terra. E as paredes eram sustentadas por vigas de aroeira e levantadas com taquaras entrelaçadas e rebocadas com barro e esterco (pau a pique).
As gentes caminhavam descalças pelas estradas (botinas custavam o olho da cara) e antes de entrarem na rua, se lavavam no corgo Lava-pés (que por essa razão tem esse nome) e só então se calçavam.
Ainda assim os casarões e seus muros estão pela cidade há séculos. E o povo adoecia menos e vivia melhor.