Quem vê a realidade atual dessas antigas cidades dos tempos dos garimpos, com tantos carros e motocicletas, nem sonha como era antigamente.
O silêncio era assombrado apenas pelo choramingo dos carros de bois e naquela época a cidade toda ouvia os sinos das igrejas. Pouca gente transitava pelas ruas e os viajantes passsavam a cavalo ou mulas tagendo longas boiadas ou conduzindo tropas de cargas.
Muita água do Almas correu debaixo da ponte do Carmo e o cenário se alterou, a tecnologia chegou e as pessoas não são as mesmas.
Então só nos resta recordar...!
Adriano Curado