quarta-feira, 2 de abril de 2025

Essa festa não se acaba essa festa não tem fim


Olho para esse quadro e fico de cá meditando: será que estão ansiosos aguardando a festa que não tarda ou se sentem tristes porque ela já acabou? Mas tem uma cantiga popular assim: essa festa não se acaba, essa festa não tem fim. Então creio que em qualquer circunstância estão plenos e felizes.

segunda-feira, 17 de março de 2025

Uma boa parceria

Uma parceria que deu certo: a galeria de artes @maravelvetart e a loja @piriazulejos. Parabéns pela iniciativa.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Dione de Oliveira Pina

Hoje o céu ficou mais alegre com a chegada dessa grande pessoa. Por quase um século ela nos alegrou com seu alto astral. Dona Dione de Oliveira Pina só deixou boas lembranças. Ficava ali na varanda de sua casinha na rua Aurora olhando o movimento, convidando a gente para um café com prosa. Não perdia as cavalhadas e sempre mandava um mimo para nós, seus vizinhos de camarote. Por isso quero homenagear sua pessoa com essa foto que tirei em uma dessas cavalhadas

sábado, 8 de fevereiro de 2025

O teto da Matriz

Antes do incêndio, o teto da capela-mor da igreja Matriz era todo pintado e ricamente adornado. Então Mara Velvet teve a inspiração de reproduzir a custosa arte em aquarela. E agora, na nova parceria com a Piri Azulejos, a reprodução se tornou belas almofadas.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

Cavalhadas no campo

As cavalhadas foram encenadas por séculos no largo detrás da Matriz, depois lá virou praça e elas migraram para um campo de futebol batizado de Dr. Ulysses Jayme. 

Era muito bom naquele tempo porque construíamos nossos camarotes de varas, tábuas e folhas de buriti. Na frente se estendia um tecido de chita, cada camarote com uma estampa diferente e o campo ficava multicolorido.

Quem não tinha camarote ficava em pé rente ao campo. Os mascarados chegavam bem próximos e galanteavam seus amores ocultos, os cavaleiros podiam vir até nós e ofertar a argolinha que tinha acabado de tirar.

A fotografia é de 1967 e pertence ao acervo do Memorial Zé Lulu.