sábado, 8 de novembro de 2014

Pelas rua de Pirenópolis


As lindas noites de Pirenópolis! Vale a pena caminhar, admirar e se encantar com seus detalhes, suas casas, suas ruas. Simplicidade e sofisticação. 

DESCUBRA PIRENÓPOLIS!
História, cultura, natureza e beleza!!

FOTO: Eduardo Andreassi.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

VI Encontro de Gestores de Fomento e Incentivo à Cultura



VI Encontro de Gestores de Fomento e Incentivo à Cultura
Evento acontece de 6 a 8 de novembro, em Pirenópolis

O encontro acontece com objetivo de trocar experiências sobre modelos de gestão, instrumentos de fomento e incentivo à cultura e a importância estratégica das políticas públicas no desenvolvimento cultural, social e econômico dos estados e municípios brasileiros.

Programação:
06/11
14h30 – Abertura Oficial
15h às 16h30 – Apresentação dos novos membros – MG e AL
17h às 18h – GT Mapeamento dados e práticas

07/11
9h às 12h30 – GT Mapeamento dados e práticas
14 às 18h – Debate aberto ao público: Concentração e Territorialidade
20h – Apresentação de dança com o grupo Brasil Central, no Teatro de Pirenópolis
Entrada franca

08/11
9h às 12h30 – GT Mapeamento dados e práticas
14h às 18h – Encaminhamentos 2015 para a Rede de Gestores de Fomento

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Canto da Primavera 2014


As cicatrizes do escritor

Escrever é um ato solitário, uma viagem para dentro de sí próprio, um passeio pelos recônditos da alma. Estou sempre às voltas com um texto novo. Às vezes me pego de madrugada com o caderno de apontamentos da mão, tento lançar fragmentos de sonhos ou delírios. Isso quando não trabalho no novo livro que pede para ser gestado.

Tamanha dedicação aos textos exige paciência da companheira, dos amigos e filhos. É uma compreensão que não há como explicar e só é dada por quem tem o escritor em grande conta. Sacrifica-se um lado para dar mais ênfase ao outro. Coisas da vida.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Braz Wilson Pompeu de Pina Filho

SÉRIE PATRONOS DA APLAM
BRAZ WILSON POMPEU DE PINA FILHO
PATRONO DA CADEIRA Nº XXIV



Braz Wilson Pompeu de Pina Filho (Pirenópolis, 03.01.1946 – 14.03.1994) foi jornalista, pesquisador, escritor, compositor e regente.

Filho de Braz Wilson Pompeu de Pina e de Noêmia. Cursou Jornalismo pela Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Goiás (UFG) e graduou-se em Música, Canto e Piano também pela UFG.

Estudou regência com Camargo Guarniere e foi regente da Orquestra Sinfônica de Goiás e Diretor de Música da Matriz de Pirenópolis.

Especializou-se em Novas Técnicas de Ensino Pianístico, em Contraponto, Composição e Regência. Tornou-se assim um artista completo, quando dirigiu a Orquestra de Câmara Oitocentista. Pelo seu talento multiforme, tornou-se Diretor, Criador, Regente Titular também da Orquestra Sinfônica de Goiás.

Atuou muitos anos no Jornalismo de Goiás, escrevendo matérias sobre passagens interessantes de nossa vida cultural. Também passou a lecionar no Instituto de Artes da UFG onde deu vazão a seu espírito de pesquisa e de ensinamento. Ali trabalhou com dinamismo e eficiência, de 1974 a 1992.

Ingressou ainda como membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e foi premiado com o Troféu Tiokô da União Brasileira de Escritores pelo seu magistral trabalho como pesquisador da área da música.

Faleceu em 14 de março de 1994, aos 48 anos de idade, vitimado pela AIDS.

É Patrono da Cadeira nº XXIV da Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música, cujo Membro fundador é o maestro Alexandre Luiz Pompeu de Pina.

Obra:

Goiás, história da imprensa
Conservatório de Música da UFG – 16 anos
Biografia de Antônio da Costa Nascimento – Revista Goiana de Artes
Biografia de Jean Douliez – Revista Goiana de Artes
O Barroco em Goiás
Enciclopédia da Música Brasileira
O cancioneiro de Armênia.
Revista do Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás.

Gravações fonográficas em vinil:
Primeiro recital de compositores goianos, do qual foi regente;
Cantos de natal.

Trilha sonora:
Compôs a trilha sonora do filme Índia, a filha do sol, nos anos de 1980.

Cel. Francisco José de Sá



Cel. Francisco José de Sá * 1861 - 1938 + Esta foto é do meu bisavô materno, Coronel Francisco José de Sá (Coronel Chico de Sá), nascido a 29 de janeiro de 1861 e falecido a 07 de novembro de 1938. Foi vereador municipal em Pirenópolis - Goiás, de 7.1.1887 até a proclamação da República e, no período republicano, de 1893 a 1895, bem como, de 1911 a 1915 e de 1915 a 1919. Teve um total de dez filhos entre eles a minha avó Maria Conceição de Sá que se casou com João Basílio de Oliveira, que são os meus avós maternos. Foi também pai da avó da minha querida esposa Anilzene Jacinto Jaime, a senhora Ana de Sá (Anita) que se casou com o senhor Belmiro Jacinto da Silva (Seu Bé). A Anilzene Jacinto Jaime e eu conseguimos esta foto emprestada com a senhora Eurídice Jacinto Batista, a Dona Zilda, tia da Anilzene. Esta senhora embora com mais de 90 anos e com longa permanência no leito, encontra-se inteiramente lúcida e com surpreendente memória. Foi muito gratificante visitá-la em sua residência. Nós vamos procurar restaurar esta foto corrigindo alguns defeitos decorrentes de sua má conservação.


Fausto Jayme

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Sebastiana não quis partir

Sebastiana nasceu escrava da senzala do comendador. Quando ele morreu, entre seus bens semoventes estava lá a declaração de que possuía a escrava. Sua mãe se chamava Zulmira e era uma serva de lidas domésticas. Trabalhava como cozinheira, faxineira, camareira etc. E por conta desse seu trabalho, Sebastiana cresceu dentro da casa-grande, entremeio aos filhos do comendador. Zulmira foi até ama de leite de um deles, o Frederico, que mais tarde herdaria os bens do pai.

Estamos no princípio de 1870, já nos acordes finais da Guerra do Paraguai, mas o conflito foi o suficiente para matar dois dos três filhos do comendador. Pouco tempo depois o velho morreu de desgosto e Frederico se tornou senhor absoluto da fazenda. Sua mãe era uma mulher muito boa chamada Agripina, e quando o esposo faleceu ela se mudou para a rua. Nunca mais voltou à fazenda. Levou consigo as escravas Zulmira e Sebastiana para cuidar do casarão.

Ruas de Pedras: estilo que persiste em Pirenópolis

Prefeitura da cidade histórica investe em modelo sustentável de revestimento nas vias públicas
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Trabalho na Vila Mutirão

Um dos principais desafios de um gestor municipal é equilibrar as finanças públicas, de modo que cumpra com suas responsabilidades fiscais e ao mesmo tempo garanta investimentos para o município. Em Pirenópolis, o prefeito Nivaldo Melo viu no resgate de um modelo típico de pavimentação local, uma forma de aliar infraestrutura, geração de emprego – aproveitando a  mão de obra local e sustentabilidade. Trata-se do ladrilhamento das ruas com pedras de quartzito, também conhecidas como pé-de-moleque ou pedras de Piri. A cidade, que a pouco completou 287 anos, já têm algumas ruas com esse tipo de revestimento no Centro Histórico, e durante sua gestão, Nivaldo levou esse modelo para outros bairros também.

Pirenópolis Azul

Depois de viver o mês mais rosa do ano, entramos no novembro azul. O Ministério da Saúde usou as cores para marcar os meses do ano nos quais há uma intensificação da campanha conta os cânceres de mama e próstata, respectivamente. Em Pirenópolis, a campanha foi lançada no dia 31 de outubro com várias ações voltadas para a saúde do homem – vacinação, exame de PSA (sangue), ações de saúde bucal, palestras educativas e atendimento médico. “Estou muito feliz com a participação no lançamento da campanha ‘Novembro Azul’. É muito importante que nós, homens, cuidemos da nossa saúde, sem ressalvas. Câncer é uma doença muito séria e a melhor forma de evitá-la ainda é a prevenção. Durante todo o mês de novembro estaremos com uma campanha preventiva intensificada nas unidades de saúde, se você tem mais de 45 anos, não deixe de fazer o exame preventivo e buscar orientação médica”, destacou o prefeito Nivaldo Melo, durante o lançamento da campanha.

Fonte site Prefeitura Municipal de Pirenópolis

sábado, 1 de novembro de 2014

Desventura de José

José morreu e foi oportunizado a ele optar se desejava ficar eternamente no céu ou no inferno. Foi primeiro para o céu e conheceu um lugar tranquilo, contemplativo, onde as pessoas viviam em harmonia e paz.

Depois desceu ao inferno e foi recebido pelo demônio em pessoa. era um sujeito bem-apessoado, vestido com esmero, bastante educado. José se assustou e o outro lhe disse:

― Não acredite na propaganda da igreja, aqui é um lugar maravilhoso.

Levou-o a verdes campos onde mulheres jovens e belas o chamavam. Viu muitos conhecidos seus por lá. À noite, boates e badalações.

José não teve dúvidas, decidiu-se pelo inferno. Mas ao retornar, contemplou a verdadeira face do demônio, criatura horripilante, com profundos olhos de fogo. Lá dentro, em vez de campos verdes, havia lixões malcheirosos e pessoas repugnantes.

― Que é isso? Ontem estive aqui e estava tudo belo e limpo.

O demônio riu e respondeu:

― É que ontem eu estava em campanha, mas agora já tenho seu voto.

Texto Adriano Curado