segunda-feira, 19 de junho de 2017

Cavalhadinha da Vila







quinta-feira, 15 de junho de 2017

Falta de respeito

A Paróquia N S do Rosário está desafinada com seus fiéis. Foi muita falta de consideração passar o carro de som em cima do tapete. Falta de respeito com aqueles que passaram a noite trabalhando.



Corpus Christi


Parabéns às famílias que passaram a noite enfeitando a Rua Direita para a passagem da procissão de Corpus Christi. Um belo espetáculo de tapetes de flores com temas religiosos.












terça-feira, 6 de junho de 2017

O apagão

É um mistério o apagão no Campo das Cavalhadas ontem. Havia muitas pessoas no local e os holofotes não acenderam. Coincidentemente, dois adversários políticos se encontraram no local mais cedo e isso causou um certo mal estar. De qualquer forma, o apagão serviu de alerta para que a festa não fique a mercê de interesses políticos. As pessoas passam e as intituições ficam.

domingo, 4 de junho de 2017

Domingo do Divino

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sábado, 3 de junho de 2017

O Sábado do Divino


Chegou mais um Sábado do Divino. Tocou a Banda Fênix na lateral do poente da Igreja Matriz, tal qual é há mais de século. E o povo compareceu em peso, com efusivos vivas aos participantes desse teatro a céu aberto. Teve o Congo ensaiado pela Fabíola de Pina, as Pastorinhas da Séfora, a Congada da zona rural. 


De repente ouvem-se barulhos de guiso e polaco, ferraduras faíscam nas pedras desgastadas: são os mascarados, atores mais festivos e coloridos da grande festa.



O Imperador deste ano, advogado Luiz Carlos Cardoso, estava presente hoje, mas o cansaço está estampado em seu semblante. Na última semana o ritmo foi puxado. Hoje levantou antes das quatro para receber a alvorada.

E viva do Divino Espírito Santo!

Adriano Curado
  

terça-feira, 30 de maio de 2017

A cidade sitiada


Infelizmente, a calma e tranquila Pirenópolis está sitiada pela bandidagem. Frequentemente somos surpreendidos por notícias de atos de violência e as vítimas são pessoas conhecidas, amigos ou parentes nossos. E os crimes ocorrem em plena luz do dia, sem qualquer preocupação em se esconder. Há relato de gente feita refém que passou pelo posto da Polícia Rodoviária Estadual e nenhum policial abordou o veículo.

Semana passada uma equipe fotográfica, que trabalhava no Morro dos Pireneus, foi assaltada e teve todo o equipamento levado. Aqui na cidade, a paz está perturbada por assaltos violentos em que a vítima é amordaçada, agredida fisicamente e tem seus pertences roubados. Fato é que tem um grupo, ou grupos, agindo cada vez mais ousadamente, e essa farra precisa ter fim.

Como advogado militante na cidade eu me sinto no dever de sugerir soluções. O bandido fica coibido se topar com viaturas da PM em ronda. Nas entradas da cidade, que se façam blitz para averiguar o interior dos veículos, principalmente porta-malas. Nessas abordagem policiais, é bom ter um agente que conheça os moradores da cidade, assim, se notar algum estranho como acompanhante, deve abordá-lo.

E que dizer da falta de cadeia? Essa é uma questão mais complexa, que deve abranger uma mobilização política para forçar o Governo de Goiás a agir. Cabe também uma ação judicial proposta pelo Ministério Público, pois o Estado tem a obrigação de fazer o novo presídio. Não ter uma cela por perto dá ao bandido a sensação de impunidade e o estimula ao crime.



Você sabia que a Delegacia de Polícia de Pirenópolis só abre no horário de expediente? É isso mesmo. Fecha sexta-feira e só reabre na segunda à oito. Se houver alguma ocorrência no final de semana, a vítima tem que se dirigir ao plantão em Anápolis. Então eu sugiro uma plantão, com delegado e agente trabalhando sábado, domingo e feriado, porque o crime não escolhe hora para atuar.

Essas são apenas algumas sugestões minhas para melhorar nossa qualidade de vida. Do modo como está não dá para continuar. Ou a cidade se mobiliza para dar fim a essa violência ou isto aqui se transformará nos violentos núcleos populacionais do entorno do Distrito Federal. É essa a comunidade que queremos?



Adriano Curado